O cadastramento biométrico passa a ser uma exigência para quem solicitar novos benefícios do INSS, e essa mudança já começa a impactar milhões de brasileiros. Em um país onde o acesso a benefícios é, muitas vezes, a única garantia de estabilidade para famílias inteiras, qualquer alteração nas regras gera insegurança, dúvidas e medo de perder direitos.
No entanto, essa nova medida surge como uma medida importante para combater fraudes. Entenda agora sobre as novas regras e como vai funcionar a nova exigência.
Por que o INSS está exigindo o cadastramento biométrico?
O cadastramento biométrico foi implementado para aumentar a segurança e garantir que os benefícios cheguem a quem realmente tem direito.
Com o aumento de fraudes, o INSS adotou a biometria como forma de autenticação mais confiável. Nesta fase inicial, somente novos pedidos exigem o processo de cadastramento da biometria. Enquanto, aposentados, pensionistas e beneficiários atuais não precisam tomar nenhuma ação imediata.
A biometria aceita pode ser a da CIN, CNH ou título de eleitor. Essa transição, embora pareça complexa, evita bloqueios e busca proteger o dinheiro público.
Quais cidadãos estão dispensados do cadastramento biométrico?
Nem todos precisam fazer o cadastramento biométrico neste momento. Pessoas com mais de 80 anos, quem possui dificuldades de mobilidade comprovadas, moradores de regiões de difícil acesso, refugiados, apátridas e residentes no exterior estão dispensados.

Além disso, benefícios como salário-maternidade, incapacidade temporária e pensão por morte solicitados até abril de 2026 também ficam fora da exigência.
Afinal, a intenção é não penalizar quem enfrenta limitações ou condições específicas.
Como se preparar para o cadastramento biométrico e não atrasar benefícios?
Para evitar atrasos, é importante verificar se você já possui biometria registrada em algum documento aceito.
Se não tiver, será necessário emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN). A partir de maio de 2026, quem não possuir biometria não conseguirá concluir o pedido de benefício.
Já a partir de 2028, somente a CIN será aceita. Sendo assim, é importante antecipar o processo para não enfrentar filas, prazos longos ou imprevistos que possam atrasar a análise do benefício.
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